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Atualizado em 07/12/2018 às 15h00

Sem reformas, teto de gastos vedará reajustes e contratação de servidores nos futuro, diz Fazenda

Governo avalia que, sem reforma da Previdência, seria preciso gastar acima do teto fixado em lei, o que acionaria os 'gatilhos' previstos: vedações a reajustes de servidores, contratações e benefícios tribuários, entre outros. O Ministério da Fazenda avaliou nesta sexta-feira (7) que, sem a realização de uma reforma da Previdência Social, ou de outras medidas para conter o aumento de despesas públicos, será necessário estourar o teto de gastos nos próximos anos e, com isso, acionar os mecanismos de autoajuste do novo regime fiscal: vedação de reajustes salariais para servidores públicos e novas contratações, entre outros.

Com a regra do teto de gastos públicos, as despesas totais (com algumas exceções, como capitalização de estatais) não podem crescer acima da variação da inflação em 12 meses até junho do ano anterior.

A medida visa conter os sucessivos déficits (despesas superiores às receitas) nas contas públicas, que vêm...

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Autor/Fonte: Globo.com

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